{"id":3515,"date":"2025-12-09T09:45:00","date_gmt":"2025-12-09T12:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/festival-das-artes-negras-celebra-resistencia-e-ancestralidade-em-goiania\/"},"modified":"2025-12-09T09:45:00","modified_gmt":"2025-12-09T12:45:00","slug":"festival-das-artes-negras-celebra-resistencia-e-ancestralidade-em-goiania","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/festival-das-artes-negras-celebra-resistencia-e-ancestralidade-em-goiania\/","title":{"rendered":"Festival das Artes Negras celebra resist\u00eancia e ancestralidade em Goi\u00e2nia"},"content":{"rendered":"<div class=\"196752fdcd61442359b13893514e4d90\" data-index=\"1\" style=\"float: none; margin:0px;\">\n<!-- Anuncio display - global -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:block\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-8585364105181520\"\r\n     data-ad-slot=\"8789329856\"\r\n     data-ad-format=\"auto\"\r\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\r\n<script>\r\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<h2>Programa\u00e7\u00e3o do Festival<\/h2>\n<p>O <strong>Festival das Artes Negras<\/strong> \u00e9 um evento que surge na cidade de <em>Goi\u00e2nia<\/em> como uma celebra\u00e7\u00e3o vibrante da cultura negra e da resist\u00eancia. A programa\u00e7\u00e3o, que se estende de <strong>15 a 23 de novembro<\/strong>, ter\u00e1 atividades diversificadas, incluindo exposi\u00e7\u00f5es de arte, apresenta\u00e7\u00f5es de m\u00fasica e debates que abordam temas importantes relacionados \u00e0 identidade e \u00e0 ancestralidade. Um aspecto significativo do festival \u00e9 que todas as atividades s\u00e3o <strong>gratuitas<\/strong>, o que garante acesso inclusivo para todos os interessados em explorar e celebrar a cultura negra.<\/p>\n<p>A abertura do festival ocorrer\u00e1 no dia <strong>15 de novembro<\/strong> no <em>Museu Antropol\u00f3gico da Universidade Federal de Goi\u00e1s<\/em> (UFG). Durante este per\u00edodo, os participantes poder\u00e3o vivenciar n\u00e3o apenas as exposi\u00e7\u00f5es de arte, mas tamb\u00e9m interagir com artistas locais e discutir quest\u00f5es sociais pertinentes. A programa\u00e7\u00e3o inclui ainda oficinas e sess\u00f5es de cinema que fortalecem o entendimento das experi\u00eancias afro-brasileiras.<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia de um evento dessa magnitude n\u00e3o pode ser subestimada. Al\u00e9m de ser um momento de celebra\u00e7\u00e3o, o festival tamb\u00e9m serve como uma plataforma para a <strong>reflex\u00e3o e o aprendizado<\/strong> sobre a cultura africana e afro-brasileira, seu impacto e influ\u00eancia ao longo da hist\u00f3ria do Brasil. Com isso, fica claro que o Festival das Artes Negras \u00e9 uma oportunidade n\u00e3o s\u00f3 para o entretenimento, mas tamb\u00e9m para o <strong>engajamento social<\/strong> e a conscientiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/festival-das-artes-negras-celebra-resistencia-e-ancestralidade-em-goiania.webp\" alt=\"Festival das Artes Negras\" loading=\"lazy\" \/><\/p>\n<h2>Abertura no Museu Antropol\u00f3gico<\/h2>\n<p>A <strong>abertura do Festival<\/strong> no dia <strong>15 de novembro<\/strong> est\u00e1 programada para as <strong>19h<\/strong> e promete ser uma noite cheia de emo\u00e7\u00e3o e aprendizado. O Museu Antropol\u00f3gico, localizado na UFG, servir como um cen\u00e1rio perfeito para as exposi\u00e7\u00f5es que refletem a rica cultura negra. As obras expostas n\u00e3o s\u00e3o apenas cole\u00e7\u00f5es de arte; elas contam hist\u00f3rias de luta, resist\u00eancia e identidade.<\/p>\n<p>As exposi\u00e7\u00f5es &#8220;<em>Entre Olhares, Ra\u00edzes e Mem\u00f3rias<\/em>&#8221; e &#8220;<em>Iy\u00e1 Agba \u2013 As Matriarcas<\/em>&#8221; s\u00e3o dois dos destaques da programa\u00e7\u00e3o. Essas mostras coletivas re\u00fanem artistas como <strong>Raquel Rocha<\/strong>, <strong>Rafaela Rocha<\/strong> e <strong>Lucas Almeida<\/strong>, que utilizam suas obras para refletir acerca das experi\u00eancias afro-brasileiras. Ao visitar essas exposi\u00e7\u00f5es, os participantes poder\u00e3o sentir o impacto emocional das obras, cujas narrativas visam promover um olhar cr\u00edtico sobre a sociedade e suas disparidades.<\/p>\n<p>A primeira exposi\u00e7\u00e3o, &#8220;<em>Entre Olhares, Ra\u00edzes e Mem\u00f3rias<\/em>&#8220;, \u00e9 um convite \u00e0 reflex\u00e3o sobre as identidades que comp\u00f5em a na\u00e7\u00e3o brasileira. As obras apresentadas convidam os visitantes a explorar n\u00e3o apenas a est\u00e9tica, mas tamb\u00e9m a hist\u00f3ria e as realidades sociais que essas obras representam. Por outro lado, na exposi\u00e7\u00e3o &#8220;<em>Iy\u00e1 Agba<\/em>&#8220;, h\u00e1 uma oportunidade \u00fanica de homenagear as <em>M\u00e3es de Santo<\/em>, figuras fundamentais na religi\u00e3o afro-brasileira, que enfrentaram d\u00e9cada ap\u00f3s d\u00e9cada a tentativa de apagamento de suas pr\u00e1ticas e tradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2>Exposi\u00e7\u00f5es que Cont\u00eam Controv\u00e9rsias<\/h2>\n<p>As exposi\u00e7\u00f5es do festival n\u00e3o escapam \u00e0s controv\u00e9rsias, que muitas vezes surgem quando o tema envolve identidades raciais e culturais. A exposi\u00e7\u00e3o &#8220;<em>Entre Olhares, Ra\u00edzes e Mem\u00f3rias<\/em>&#8221; aborda temas sens\u00edveis, que podem provocar debates acalorados entre os visitantes. A arte sempre foi uma forma de express\u00e3o que enfrenta quest\u00f5es sociais, e neste festival, a arte negra se destaca como um meio de resist\u00eancia ao racismo e \u00e0 exclus\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a atua\u00e7\u00e3o das M\u00e3es de Santo e a religiosidade afro-brasileira s\u00e3o frequentemente alvo de preconceitos e desinforma\u00e7\u00e3o. A exposi\u00e7\u00e3o &#8220;<em>Iy\u00e1 Agba<\/em>&#8220;, que presta homenagem a essas mulheres, tamb\u00e9m busca desmistificar conceitos err\u00f4neos que cercam as tradi\u00e7\u00f5es africanas e suas pr\u00e1ticas religiosas. Ao educar a comunidade sobre esses aspectos, as exposi\u00e7\u00f5es n\u00e3o apenas promovem a arte, mas tamb\u00e9m atuam como uma clara declara\u00e7\u00e3o contra a intoler\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Este espa\u00e7o de di\u00e1logo aberto permite que todos os interessados possam debater suas perspectivas e sentimentos sobre os temas abordados. Essa intera\u00e7\u00e3o enriquece a experi\u00eancia, permitindo que o festival se torne um verdadeiro <strong>espa\u00e7o para discutir a resist\u00eancia<\/strong> e a cultura negra no Brasil contempor\u00e2neo.<\/p>\n<h2>Cortejo Tambores do Orum<\/h2>\n<p>O <strong>Cortejo Tambores do Orum<\/strong>, agendado para o dia <strong>20 de novembro<\/strong>, \u00e0s <strong>16h<\/strong>, promete ser um dos pontos altos da programa\u00e7\u00e3o. Este evento marca a estreia do bloco de percuss\u00e3o formado exclusivamente por pessoas negras, que traz em seu enredo &#8220;<em>A Revolta dos Mal\u00eas e o Levante Africano<\/em>&#8220;. Este cortejo n\u00e3o \u00e9 apenas uma apresenta\u00e7\u00e3o musical; \u00e9 uma celebra\u00e7\u00e3o significativa das lutas hist\u00f3ricas e atuais do povo negro.<\/p>\n<p>Este bloco se concentrar\u00e1 na <strong>Avenida Plan\u00edcie<\/strong>, onde os participantes poder\u00e3o observar a fus\u00e3o de ritmos tradicionais com uma mensagem poderosa de resist\u00eancia. O objetivo do cortejo \u00e9 enfatizar a <strong>import\u00e2ncia da mem\u00f3ria coletiva<\/strong> e da hist\u00f3ria dos movimentos de resist\u00eancia, mostrando que a arte pode ser uma forma de ativismo.<\/p>\n<p>A escolha do enredo n\u00e3o \u00e9 aleat\u00f3ria. A Revolta dos Mal\u00eas, que ocorreu em 1835, \u00e9 um evento marcante na luta contra a opress\u00e3o e a busca por liberdade. Ao homenagear este momento hist\u00f3rico, o festival reconecta os participantes com suas ra\u00edzes, lembrando a todos sobre a import\u00e2ncia de entender a hist\u00f3ria para avan\u00e7ar em dire\u00e7\u00e3o a um futuro mais justo e igualit\u00e1rio.<\/p>\n<h2>Debate sobre Racismo \u00e0 Brasileira<\/h2>\n<p>Um dos pontos altos da programa\u00e7\u00e3o \u00e9 o debate marcado para o dia <strong>21 de novembro<\/strong>, com a exibi\u00e7\u00e3o do filme &#8220;<em>Two Distant Strangers<\/em>&#8220;, que gerou bastante expectativa. Ap\u00f3s a sess\u00e3o, ocorre uma conversa liderada pelo babalorix\u00e1 e antrop\u00f3logo baiano <strong>George Hora<\/strong>. Nesta conversa, o tema central ser\u00e1 a discuss\u00e3o do <strong>racismo \u00e0 brasileira<\/strong> e como ele se manifesta nas representa\u00e7\u00f5es da m\u00eddia.<\/p>\n<p>Esse debate \u00e9 crucial, pois o racismo \u00e9 um problema persistente no Brasil, e promover discuss\u00f5es abertas \u00e9 fundamental para a progress\u00e3o social. George Hora, com sua bagagem acad\u00eamica e vivencial, traz \u00e0 tona quest\u00f5es que muitas vezes s\u00e3o ignoradas. O objetivo \u00e9 permitir que os participantes reflitam sobre sua pr\u00f3pria posi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao racismo e busquem formas de combat\u00ea-lo em suas vidas di\u00e1rias.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s da an\u00e1lise cr\u00edtica e da arte, o festival proporciona um ambiente onde o conhecimento e a empatia possam crescer. Este tipo de di\u00e1logo \u00e9 essencial para fomentar um <strong>futuro mais inclusivo<\/strong>, onde diversidade e respeito sejam fundamentais.<\/p>\n<h2>Projeto Solos Marginais<\/h2>\n<p>Nos dias <strong>22 e 23 de novembro<\/strong>, \u00e0s <strong>20h<\/strong>, o festival apresentar\u00e1 o projeto &#8220;<em>Solos Marginais<\/em>&#8220;, que traz quatro solos circenses. Sob a dire\u00e7\u00e3o de <strong>Marcelo Marques<\/strong>, os artistas <strong>Codjo Kpade<\/strong>, <strong>Cau\u00ea Marques<\/strong>, <strong>Matheus Alc\u00e2ntara<\/strong> e <strong>Raquel Rocha<\/strong> mostram suas habilidades e criatividade em performances que cruzam a dan\u00e7a, o teatro e o circo.<\/p>\n<p>A proposta do projeto \u00e9 explorar os limites do corpo e da express\u00e3o individual, nas v\u00e1rias tramas que comp\u00f5em a cultura negra. Essas performances s\u00e3o mais do que meras apresenta\u00e7\u00f5es; elas s\u00e3o uma representa\u00e7\u00e3o das viv\u00eancias e das lutas di\u00e1rias da comunidade negra. A ideia \u00e9 que, ao participar dessas apresenta\u00e7\u00f5es, o p\u00fablico n\u00e3o veja apenas um espet\u00e1culo, mas estabele\u00e7a uma conex\u00e3o emocional com o que est\u00e1 sendo apresentado.<\/p>\n<p>Os &#8220;Solos Marginais&#8221; s\u00e3o uma excelente oportunidade para os artistas se expressarem e contarem suas hist\u00f3rias de maneira \u00fanica, mostrando que a arte \u00e9 uma forma poderosa de resist\u00eancia e de reivindica\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o. Com isso, o festival se torna uma vitrine n\u00e3o apenas de talentos, mas tamb\u00e9m de narrativas que precisam ser ouvidas.<\/p>\n<h2>Import\u00e2ncia da Cultura Quilombola<\/h2>\n<p>A <strong>cultura quilombola<\/strong> \u00e9 um dos pilares do Festival das Artes Negras. Os quilombos representam espa\u00e7os de resist\u00eancia e preserva\u00e7\u00e3o cultural, onde o legado de africanos e afro-brasileiros \u00e9 mantido vivo por meio de suas pr\u00e1ticas, tradi\u00e7\u00f5es e cren\u00e7as. No contexto atual, \u00e9 fundamental reconhecer e valorizar essas culturas, que s\u00e3o frequentemente marginalizadas e esquecidas.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a do Orum Aiy\u00ea como primeiro quilombo cultural de Goi\u00e2nia \u00e9, sem d\u00favida, um marco importante. Ele n\u00e3o s\u00f3 promove a cultura afro-brasileira, mas tamb\u00e9m atua como um espa\u00e7o de resist\u00eancia e forma\u00e7\u00e3o, onde s\u00e3o desenvolvidas atividades que valorizam a ancestralidade. Atrav\u00e9s do festival, esses aspectos se tornam ainda mais vis\u00edveis, contribuindo para que a cultura quilombola alcance um p\u00fablico mais amplo e ganhe o respeito que merece.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s do conhecimento e da intera\u00e7\u00e3o cultural, \u00e9 poss\u00edvel romper barreiras e preconceitos. O festival \u00e9 uma oportunidade \u00fanica de educar e sensibilizar as pessoas sobre a import\u00e2ncia da cultura quilombola e de como essa heran\u00e7a \u00e9 fundamental para a identidade nacional. Assim, cada inclus\u00e3o de um aspecto quilombola no festival enriquece n\u00e3o apenas o evento, mas a sociedade como um todo.<\/p>\n<h2>Homenagem \u00e0s M\u00e3es de Santo<\/h2>\n<p>Uma parte fundamental do festival \u00e9 a homenagem \u00e0s <strong>M\u00e3es de Santo<\/strong>, que s\u00e3o figuras centrais nas comunidades afro-brasileiras, tanto em termos religiosos quanto sociais. Essas mulheres desempenham um papel crucial na preserva\u00e7\u00e3o das tradi\u00e7\u00f5es, ensinando e transmitindo conhecimentos a suas comunidades. A exposi\u00e7\u00e3o &#8220;<em>Iy\u00e1 Agba \u2013 As Matriarcas<\/em>&#8221; busca celebrar essas l\u00edderes e suas contribui\u00e7\u00f5es significativas.<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia da religiosidade afro-brasileira n\u00e3o pode ser subestimada; ela \u00e9 uma manifesta\u00e7\u00e3o rica de cultura, com suas pr\u00f3prias hist\u00f3rias, dan\u00e7as e rituais. O festival reconhece e valoriza a resist\u00eancia dessas mulheres que enfrentaram o preconceito e a persegui\u00e7\u00e3o, e que continuam a lutar pela afirma\u00e7\u00e3o de suas identidades e pr\u00e1ticas religiosas.<\/p>\n<p>Ao homenagear as M\u00e3es de Santo, estamos reafirmando a import\u00e2ncia do respeito e da valoriza\u00e7\u00e3o das tradi\u00e7\u00f5es africanas, que fazem parte do nosso patrim\u00f4nio cultural. Essa homenagem \u00e9 tamb\u00e9m um convite para todos os participantes refletirem sobre a diversidade que comp\u00f5e o Brasil, promovendo um espa\u00e7o de acolhimento e reconhecimento.<\/p>\n<h2>A Contribui\u00e7\u00e3o de Marcelo Marques<\/h2>\n<p><strong>Marcelo Marques<\/strong>, como diretor e curador do festival, tem um papel central na concep\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o do evento. Com uma vis\u00e3o clara de unir passado e presente, Marques destaca a conex\u00e3o entre a hist\u00f3ria de Palmares e a cultura do Cerrado, facilitando uma resist\u00eancia que \u00e9 simb\u00f3lica. Sua proposta \u00e9 fazer com que o festival n\u00e3o seja apenas um evento cultural, mas uma verdadeira <strong>experi\u00eancia de imers\u00e3o<\/strong> na cultura negra.<\/p>\n<p>Marques acredita que eventos como este s\u00e3o essenciais para a valoriza\u00e7\u00e3o das hist\u00f3rias afro-brasileiras e para a promo\u00e7\u00e3o de um di\u00e1logo aberto sobre as quest\u00f5es enfrentadas pela popula\u00e7\u00e3o negra. Sua experi\u00eancia como curador traz um olhar sens\u00edvel e cr\u00edtico, que \u00e9 fundamental para que o festival tenha conte\u00fados representativos e impactantes.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s da sua lideran\u00e7a, o festival se torna um espa\u00e7o de troca e aprendizado, promovendo um ambiente onde artistas e p\u00fablico podem refletir e expressar suas viv\u00eancias. Ao final, a contribui\u00e7\u00e3o de Marcelo Marques \u00e9 ineg\u00e1vel, colocando um foco necess\u00e1rio nas quest\u00f5es de ancestralidade e resist\u00eancia que comp\u00f5em a cultura brasileira.<\/p>\n<h2>Como Participar do Festival<\/h2>\n<p>Participar do <strong>Festival das Artes Negras<\/strong> \u00e9 uma oportunidade \u00fanica para todos que desejam aprender, celebrar e se envolver com a cultura afro-brasileira. As atividades t\u00eam entrada gratuita, incentivando a inclus\u00e3o de todos os interessados em vivenciar as ricas hist\u00f3rias contidas na cultura negra. Para aqueles que buscam uma experi\u00eancia enriquecedora, basta comparecer aos eventos programados, respeitando os hor\u00e1rios e os locais indicados.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de assistir \u00e0s exposi\u00e7\u00f5es e apresenta\u00e7\u00f5es, o p\u00fablico pode participar de debates e oficinas, permitindo uma intera\u00e7\u00e3o mais profunda com os temas abordados. O festival tamb\u00e9m conta com a presen\u00e7a de especialistas que estar\u00e3o dispon\u00edveis para discutir quest\u00f5es cruciais sobre a cultura e a identidade negra.<\/p>\n<p>Vale ressaltar que a participa\u00e7\u00e3o no festival n\u00e3o \u00e9 apenas um ato de entretenimento, mas sim uma contribui\u00e7\u00e3o para a valoriza\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o da cultura africana e afro-brasileira. Portanto, \u00e9 fundamental que as pessoas se sintam motivadas a participar n\u00e3o apenas como espectadores, mas como agentes ativos em um di\u00e1logo necess\u00e1rio e urgente sobre igualdade, respeito e cultura.<\/p>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Festival das Artes Negras destaca a resist\u00eancia e ancestralidade afro-brasileira em Goi\u00e2nia.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3514,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-3515","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-em-goiania","has_thumb"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3515","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3515"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3515\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3514"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3515"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3515"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontragoiania.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3515"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}